FEPAM vai reunir produtores de vários municípios em três dias de programação em Santarém
Feira fortalece a agricultura familiar, movimenta a economia e valoriza a produção da região oeste do Pará
5/30/20262 min read


A 15ª edição da Feira da Produção Familiar da Amazônia (FEPAM) será realizada nos dias 25, 26 e 27 de junho, na Praça São Sebastião, em Santarém, oeste do Pará, reunindo produtores rurais, artesãos e organizações sociais em uma programação voltada à valorização da agricultura familiar. O evento conta com a participação de entidades sociais e apoio de instituições públicas, com expectativa de receber expositores de municípios da região.
Segundo uma das coordenadoras da feira, Odete Costa, a expectativa é de uma edição ainda mais fortalecida, com diversidade de participantes e produtos. “A gente sabe que vai ser uma feira bem bacana, com a participação de vários municípios e muitos expositores trazendo seus produtos”, afirmou.
Além da comercialização de alimentos produzidos pela agricultura familiar, o público também vai encontrar artesanato e uma programação cultural com apresentações de música, dança e manifestações tradicionais, como o carimbó.
As inscrições para sindicatos, associações e outras organizações interessadas em participar como expositores seguem abertas até o dia 31 de maio. A orientação é que os interessados garantam a participação dentro do prazo.
A organização também reforça o convite ao público. “Coloque na sua agenda, 25, 26 e 27 de junho, na Praça São Sebastião, para prestigiar quem produz o alimento que chega todos os dias à nossa mesa”, convidou a coordenadora.
A FEPAM surgiu como uma estratégia dos movimentos sociais para dar visibilidade à produção rural em regime de economia familiar, diante do avanço do agronegócio na Amazônia. Inicialmente pensada para acontecer em Belém, a feira foi adaptada para a realidade da região e passou a ser realizada em Santarém por conta dos custos logísticos.
Desde então, a feira cresceu, passou a reunir produtores de vários municípios e ajudou a incentivar a criação de feiras descentralizadas. Também abriu espaço para discutir a produção de alimentos mais saudáveis, sem agrotóxicos, e a geração de renda para quem vive e trabalha no campo.


